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Notícias - Adamantina


Atualizado em 26-11-2018 as 13:08:13

MAIS MÉDICOS: Dos oito médicos cubanos que atendiam seis já foram embora


Adamantina tem menos médicos atendendo a população nas unidades básicas de saúde do município, isto porque, a grande maioria dos profissionais cubanos que prestavam serviços na Cidade Joia decidiu voltar ao país de origem. A informação foi confirmada na última quinta-feira (22), em Nota publicada pela Prefeitura um dia após o Folha Regional ter questionado a Secretaria Municipal de Saúde sobre o assunto.
 
“O Município de Adamantina conta com 8 profissionais médicos vindos de Cuba por meio do Programa Mais Médicos para o Brasil em Cooperação com a OPAS. No entanto, 6 profissionais já interromperam suas atividades, pois retornam a Cuba no final de semana”, dizia a publicação oficial.
 
O retorno dos médicos tem como motivo a decisão do governo de Cuba, informada na quarta-feira (14), de sair do programa social Mais Médicos, citando “referências diretas, depreciativas e ameaçadoras” feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro à presença dos profissionais cubanos no Brasil, conforme matéria divulgada no portal G1. O país caribenho envia profissionais para atuar no Sistema Único de Saúde desde 2013, quando o governo da então presidente Dilma Rousseff criou o programa para atender regiões carentes sem cobertura médica, acrescenta a notícia.
 
Diante da situação inesperada, a Secretaria de Saúde pede calma aos usuários e pondera que “está fazendo uma escala com os profissionais que permanecem no município para que nenhuma ESF fique descoberta em período integral”, de forma que não prejudique o atendimento.
 
“O Programa de Provisão de Médicos do Ministério da Saúde – Projeto Mais Médicos para o Brasil, publicou ontem (quarta) o edital nº18 que visa o preenchimento das vagas ociosas deixadas por esses profissionais. A expectativa é que em menos de 30 dias todas as vagas serão repostas”, previu a SMS.
 
Nesta semana a reportagem do FR foi abordada por pacientes defronte do PAS (Posto de Atendimento em Saúde) I, próximo ao Campus I da UniFAI, que manifestaram bastante preocupação com a saída dos seis profissionais cubanos.
 

 
 




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